quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

O Lado Desconhecido do Pit Bull

Pit Bull X Homem, quem é a fera?

Quando um Pit Bull ataca alguém, a imprensa publica com o maior destaque.
Mas todos os outros Pit Bulls, que dia após dia fazem apenas coisas dignas de admiração, continuam completamente anônimos.

Vários Pit Bulls trabalharam como cães de resgate após o atentado de 11 de Setembro.
Arriscaram suas próprias vidas e se machucaram salvando pessoas que nem conheciam, e ninguém soube disso.
Os voluntários com cães de outras raças eram entrevistados, mas os que tinham Pit Bulls só apareciam passando ao fundo e vasculhando os escombros.

Os Pit Bulls são tratados como se fossem todos criminosos.



No mundo inteiro, existem Pit Bulls trabalhando como cães de Polícia...


...Pit Bulls que fazem terapia com crianças, idosos e doentes em hospitais e abrigos...


... e Pit Bulls que fazem parte de milhares de famílias, protegendo-as ou simplesmente lhes dando alegria e amor.

Mas estes NUNCA aparecem no jornal ou na tv.
O público gosta de ver violência, e não cachorros lambendo e abanando o rabo.

Pit Bulls de caráter irretocável são a regra, e não a exceção da raça.


Por este motivo é que quem realmente conhece a raça, a defende tanto:

Aqui está um pouco do que a imprensa não mostra:

Ham, o Pit Bull da foto, desde filhote era colocado em rinhas por seu primeiro dono. Muito ferido, foi salvo da morte pela polícia. Ham perdeu seu olho esquerdo, mas não sua capacidade de amar. Foi adotado e vive hoje nos EUA com sua nova família, que o define como “o cão mais carinhoso e alegre do mundo”.



Você nunca vê estas fotos em jornais...
Este é o verdadeiro convívio que um Pit Bull pode proporcionar.

Por isso é que tantas pessoas amam e defendem esta raça de cachorro.

E agora querem criar uma lei que esterilize todos os Pit Bulls, para causar sua extinção a médio prazo.

A raça humana, a mais temível de todas, extermina diariamente dezenas de milhares de animais de inúmeras espécies, inclusive da sua própria.
Pais matam seus próprios filhos, filhos matam seus pais.

E ainda não há leis suficientes para nos proteger dessa ameaça que é o Homem – o único animal que mata por prazer e por dinheiro, e o único a treinar filhotes de outros animais para matarem por ele.

O grande pecado do Pit Bull foi não saber escolher suas amizades.
Querer ter, como melhor amigo, logo o Homem.
E agora, como se proteger da fúria deste animal violento e cruel?
O HOMEM.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Porque vacinar seu animal? Parte II


Doenças mais comuns que atingem gatos, e que seriam evitados com a vacinação adequada.



Calicivirose – Séria infecção respiratória dos gatos. É comum aparecer simultaneamente com a rinotraqueite felina. A doença infecta as membranas da mucosa oral e causa ulceras na língua.

Sintomas: Febre, inapetência, descargas nasais e salivação.

Panleucopenia Felina – É um das doenças mais comuns dos gatos. É séria e altamente contagiosa, sendo transmitida pelo contato entre os animais ou pelo contato com objetos contaminados (cama, cobertor, vasilha de alimento/água, etc.). Tem altos índices de mortalidade, principalmente quando acomete filhotes.

Sintomas: Febre, perda de apetite, vômitos e diarréias.

Rinotraqueite – è altamente contagiosa, sendo responsável por quase a metade dos casos de infecção respiratória em felinos. Em filhotes, a mortalidade pode atingir 50 a 60 % dos animais.

Sintomas: Espirros, secreção nasal, febre, conjuntivite, salivação e anorexia.

Clamidiose felina – É uma doença caracterizada por uma conjuntivite crônica e rinite. Trata-se de uma zoonose e isso significa que humanos também podem se infectar com essa doença. É muito contagiosa e transmitida de um animal para o outro ou por contato com materiais ou objetos contaminados.

Sintomas: Congestão ocular, aumento do lacrimejamento, febre, rinite, espirros, prostração e inapetência.



Esquema Vacinal dos gatos.



Com 2 meses 1ª dose da Quádrupla Felina.
Com 3 meses 2ª dose da Quádrupla Felina.
Com 5 meses faz-se a Anti-rábica.
Apartir daqui faz-se uma dose anual da Quádrupla Felina e da Anti-rábica.

Obs. As Vacinas tem duração de 1 ano de proteção, após esse tempo deve-se revacinar novamente para mantê-lo protegido.

Procure sempre um médico veterinário, pois só ele esta capacitado para orientar sobre a melhor vacina e a época mais adequada para fazê-las.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Porque vacinar seu animal? Parte I







Quem Vacina dá proteção e liberdade.



Proteger é vacinar. Além de evitar os perigos das doenças existentes, seu cão fica livre para fazer o que ele mais gosta: Brincar e Passear!!!

A imunidade à maioria das doenças diminui gradativamente com o tempo, portanto, fique atento e lembre-se sempre de fazer as revacinações anuais.

Mantenha sempre seu cão e gato saudáveis, bem alimentados e desparasitados. Seu animal merece essa prova de amor

Consulte sempre um veterinário. Ele é o profissional capacitado para melhor determinar os programas de vacinação do seu animal de estimação.

Doenças mais comuns que atingem cães e como protegê-los

1.
Leptospirose – Doença perigosa com alto índice de mortalidade. É causada por bactérias que também podem infectar os seres humanos. Sua transmissão se pelo contato com o animal com animal doente ou pela ingestão de alimentos, água ou urina de rato ou de outro animal contaminado.

Sintomas: inapetência, febre, hemorragia, icterícia, vômitos e urina amarronzada.

2.
Cinomose - É uma doença altamente disseminada e frequentemente fatal, causada por um vírus. Sua transmissão acontece por contato direto com secreções do nariz e da boca de animais infectados, ou pelas vias respiratórias. As características climáticas do inverno favorecem a presença do vírus no ambiente.

Sintomas: Digestivos (diarréia e vômitos), respiratórios (corrimento nasal e ocular) ou nervosos (tiques nervosos, convulsões, paralisias) ou ainda a associação deles.

3.
Parvovirose – É uma das principais causas de morte por diarréia viral infecciosa em filhotes e cães não vacinados. É transmitida principalmente pelo contato direto com fezes dos animais doentes.

Sintomas: Febre, apatia, inapetência, vômitos e diarréia com sangue.
4.
Coronavirose – apresenta sintomas semelhantes aos da parvovirose, porém mais brandos. Também é transmitida pelo contato direto ou indireto com as fezes dos animais doentes.

Sintomas: Febre, apatia, inapetência, vômitos e diarréia.

5.
Hepatite infecciosa – Doença causada por um adenovirus tipo I. Sua transmissão ocorre pelas descargas orais e nasais e pelo contato com o ambiente.

Sintomas: febre vômitos, diarréia, lesão ocular e dor abdominal.

6.
Doenças respiratórias – Doença causada por adenovirus tipo II. Altamente contagiosa por via aérea ou por contato direto entre os cães.

Sintomas: Tosse, espirros, coriza, febre e inapetência.

7.
Parainfluenza – É uma doença altamente transmissível por via aérea, sendo caracterizada como uma gripe dos cães.

Sintomas: Coriza, tosse e espirros.

8.
Gripe canina – (tosse dos cães) Doença muito contagiosa que é transmitida com facilidade, principalmente em dias frios e úmidos. Por baixar a resistência, a doença também predispõe o animal a outras doenças respiratórias.

Sintomas: Tosse severa e seca, febre e vomito.

9.
Raiva – Doença que pode ser transmitida ao ser humano. Sua transmissão se dá pela saliva contaminada de um animal principalmente através de uma mordida. Não há cura e a eutanásia é obrigatória.

Sintomas: Quadro clássico de fúria, irritabilidade, vocalização, inquietação e agressividade, entre outros.


Esquema vacinal:

  • 40 a 45 dias 1ª dose da vacina V-8 0u V-10

  • aos 2 meses e uma semana 2ª dose da vacina V-8 ou V-10

  • aos 3 meses e uma semana 3ª dose da vacina V-8 ou V-10

  • dos 5 aos 6 meses faz se a vacina antirábica.

  • apartir dai faz uma vez por ano uma dose da V-8 ou V-10 e a antirábica.

Obs. as vacinas possuem validade de ação no organismo apenas por um ano de forma que após um ano ele estará desprotegido e precisando ser revacinado, não esqueça.
Reino Animal Veterinária
Taubaté Sp

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(12) 997597307

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Picada perigosa parte 2 (Pulgas e mosquitos)

1. Mosquitos



Os mosquitos podem causar muitas doenças para seu animalzinho como para você, tendo neste fato a razão principal para acabar com esses insetos. Nesta sessão trataremos de uma doença muito perigosa para nós como para os cães. A Leishimaniose.


Leishimaniose


A leishimaniose pode se apresentar de duas maneiras: Cutânea e Visceral.
A leishimaniose cutânea provoca lesões ulcerativas na pele que não cicatrizam. A Visceral é a forma mais grave, pois afeta os orgãos internos podendo levar a morte.
Essa doença é uma zoonose, isto é, doença que afetam tanto os animais como a seres humanos.
A doença é transmitida pela picada do mosquito palha infectado pela leishimania.
O cão quando infectado atua como reservatório da doença.

2. Pulgas


A mais comum nos cães é a Ctenocephalides ssp, quando adulta são parasitas hematófagas isto é se alimentam de sangue. Nesta fase representam apenas 5% das pulgas existentes.
As formas imaturas representam 95% e se encontram no ambiente na forma de ovos, larvas e pupas.
As pulgas após copularem, põem seus ovos na pele do animal e somente quando os ovos caem no chão e encontrando boas condições de desenvolvimento se transformam em larvas. As larvas não são hematófagas e se alimentam de descamações da pele do cão e fezes de pulgas adultas. após um período de 9 a 20 dias dias, as larvas se transformam em pupas, as quais pode permanecer por até um ano nesta condição, antes de se transformarem em pulgas adultas.
Elas podem causar anemia muito severa em filhotes, em animais alérgicos a sua picada pode causar um forte prurido (coceira) levando a formação de feridas. Elas podem ainda transmitir um verme chamado Dipilidium que se assemelha a tenia humana, causando cólicas e fortes diarreias no animal.



Picada Perigosa parte 1 ( carrapatos)

Hoje iniciaremos algumas matérias tratando de doenças causadas pela picada de carrapato, pulgas e mosquitos. Na primeira parte trataremos das relacionadas aos carrapatos.

1. Febre Maculosa

A febre maculosa, também conhecida como febre dos carrapatos ou febre negra, é uma doença causada por um micro organismo chamado Rickettsia rickettsii.
Os sintomas mais comuns da doença no homem são febre, dor de cabeça e calafrios. Posteriormente podem aparecer manchas róseas no corpo.
Nos cães essa doença normalmente não manifesta sintomas.
Transmissão

Essa doença é trasmitida acidentalmente ao homem através da picada do carrapatos infectados.
Os cães atuam como veículos da doença, pois levam os carrapatos para todos os ambientes, inclusive para o interior da residências, tornando o homem um hospedeiro em potencial.
2. Babesiose canina

A babesiose canina é uma doença parasitária de caracteristica hemolitica, transmitida pelo carrapato da especie Rhipicephalus sanguineus. Esses carrapatos se infectam durante a alimentação no hospedeiro contaminado com esse parasita.
Nos cães ele infecta as células vermelhas do sangue resultando em anemia intensa, urina com sangue, hemorragias em forma de ponto na pele ou nos órgãos internos. Podem levar um animal a óbito caso não se trate rápido.

3. Erliquiose Canina

A erliquiose canina é uma doença infecciosa causada pela erhlichia Canis e tem seu principal transmissor o carrapato Rhipicephalus sanguineos. A infecção ocorre durante o ato de sugar do carrapato, onde ele contrai e infecta o animal.
Na fase aguda da doença, ocorre vasculite com intensa destruição das células infectadas, resultando em diminuição das células de defesa e das plaquetas.
Os sinais clínicos mais comuns são febre, corrimento nasal, falta de apetite, depressão, hemorragias, inchaços de membros e finalmente o óbito.

Obs: em presença de qualquer destes sintomas ou mesmo de carrapatos procure imediatamente seu veterinário para tratar conforme o caso, nunca tratar por conta própria














quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

A saúde começa pela boca

Entenda por que é fundamental manter a higiêne bucal de seu animalzinho



A decisão de adquirir um cão ou gato e desfrutar da companhia destes bichos em sua casa requer cuidados, que vão muito alem do que imaginamos. Visitas constantes ao veterinário, vacinações, banhos e passeios são importantes, mas não bastam para manter a saude de seu amigo de quatro patas. Os Animais também necessitam de uma higiene bucal rigorosa, afim de evitar doenças.
É fundamental que todos os cães e gatos, independentemente da raça, sejam submetidos a um tratamento dentário. Isso porque, poucos sabem, mas 85% dos cães acima de 3 anos apresentam doenças periodontal, a qual inicia com um acumulo de bactérias no dente e com o tempo torna-se uma placa bacteriana. ela é composta por proteinas, saliva, bactérias e resto de alimentos, que atravéz do processo de fermentação produzem substancias causadores de halitose.
Caso a placa bacteriana não seja removida, ela ira transformar-se em tartaro e dará inicio a um processo inflamatório na gengiva. Isso poderá resultar na destruição das estruturas que sustentam o dente.
Os males pela falta de higiene bucal em cães e gatos também podem levá-los a doenças internas. As bactérias da boca entram na circulação sanguinea e promovem infecções em orgãos vitais como: pulmões, figado, rins, coração, além de atacar o sistema nervoso central e articulções.
Sinais frequentes de doenção periodontal:
  1. Mau halito
  2. Calculo dental
  3. Sangramento ou retração da gengiva
  4. Dentes com mobilidade
  5. Dentes fraturados
  6. Salivação excessiva e com odor desagradavel
  7. Perda de apetite
  8. Dificuldade de comer alimentos mais duros
  9. hipersenssibilidade oral
  10. Coloração diferente dos dentes

Como previnir?

  • Procure um veterinário e peça que o auxilie na escovação dentária de seu amigo.
  • Alimente seu animal de estimação apenas com ração de boa qualidade e de preferencia seca.
  • Ossinhos, biscoitos, croquetes e palitinhos ajudam na limpeza dos dentes
  • evite comida caseira e doces.
  • Recomenda-se escovações diarias ou pelo menos umas 3 vezes por semana para manter os dentes limpos.
  • Qualquer problema com os sinais acima procure rapidamente um veterinário.

Obs. Continua na matéria do mês de Maio de 2010 sobre o titulo "Porque cuidar dos dentes de seu amiguinho? II

Vale a pena ler.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

De olho na balança de seu Pet

Você tem dificuldades de sentir as costelas de seu animal de estimação? Ao passar a mão sobre ele, nota um revestimento de gordura? Cuidado! seu animalzinho pode estar sofrendo com a obesidade.
Segundo Pesquisas de importantes centros especializados em medicina veterinária, considera-se que entre 20% e 40 % dos câes e gatos domésticos, no mundo, estão obesos. O aumento deste problema foi registrado após o desenvolvimento industrial nas cidades e sócio-econômico da população.
Com isso os donos dos pets passaram a tratar melhor seu bichinho.
Um animal é considerado obeso quando está entre 15% e 20% acima do peso considerado ideal para sua espécie e raça.
A obesidade não esta apenas relacionada à alimentção. Existem vários motivos que podem predispor o animal a este problema, como fatores metabólicos; causas comportamentais; efeitos de castração; estilo de vida, entre outros. Por isso é preciso uma análise individual, com um médico veterinário de confiança.
Se o problema for detectado, o tratamento deve ser iniciado o quanto antes e com total responsabilidade do dono. Afinal a obesidade expoe os animais a diversos riscos, para várias doenças, como diabetes mellitus, hepatopatias, cardiopatias, doenças pulmonares, afecções cutâneas, artroses, afecções de coluna vertebral, além de aumentar o risco em um procedimento anestésico.
Se notar que seu animalzinho pode estar acima do peso, procure um profissional para que ele faça uma avaliação. caso seja detectado o sobrepeso ou a obesidade, será fundamental redobrar os cuidados com seu animal, é preciso fazer uma monitoração constante dos niveis sanguineos de glicose, acompanhamento cardiologico entre outros exames laboratoriais. Deve se noi caso evitar sobre carga de exercicios.
É muioto importante que o proprietário siga as instruções do veterinárion ão só sobre alimentação, mas também no aspecto de socialização e manejo, respeitando as necessidades comportamentais do animal. Isso implica ficar atento desde o sono até a higiene, e logicamente a alimentação.
Estar fofinho nem sempre siguinifica estar saudável.



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